Patrimônio marcário: um bem precioso que cresce entre micro e pequenas empresas

 Marah Peixoto

Diretora – Essencial Assessoria

Apesar da crise que se abateu sobre o país, com tantas incertezas políticas e com a fragilidade de nossa economia, o setor de marcas e patentes não tem dado trégua, por conta de ser considerada uma área estratégica para empresários que dependem de um marketing audacioso com vistas a atrair e manter consumidores.

E nesse cenário, a área de serviços ganhou força, deixando a indústria em situação um pouco mais desfavorável.

Para manter-se competitiva, a empresa precisa adaptar sua estratégia em função de três fatores: clientes, concorrentes e tecnologia. E uma marca registrada afiança de forma definitiva esse preceito.

 

Por conta disso, o setor da Propriedade Industrial, apesar de leve retração este ano, demonstra significativo crescimento no número de pedidos de registro de marcas ao INPI, sendo que 50% dessas solicitações vêm de microempresários e de empresas de pequeno porte.

 

Há pelo menos 15 anos, a Essencial desenvolve um trabalho de conscientização junto a essas empresas e tem verificado um nicho importante, pois trata-se de proteger marcas que muitas vezes não dispõem de ferramentas para impor uma marketing mais agressivo, mas que dão a devida importância ao patrimônio que construíram, utilizando hoje ferramentas em redes sociais para divulgar seus serviços e produtos, o que tem dado muito certo para vários segmentos.

O importante é fazer um bom trabalho, acreditar no potencial do cliente, e zelar por sua marca, um bem precioso, que promove um saudável elo entre a empresa e o mercado consumidor.

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